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19/4/2009 14:51:00
Raves: É proibido proibir?
Gabriela Loschi - Psyte
Campinas, 21 de março. Milhares de pessoas se preparavam para aquela que seria a maior edição da Kaballah. Oito horas da noite, caravanas de todo o Brasil, rumo ao Pólo Marquesa, recebiam desolados a notícia: uma liminar da justiça proibiu a realização do evento. Motivo? Um vizinho (que não quer ser identificado) moveu um recurso, sob alegação de barulho. Renato Pavoni levou um prejuízo de R$ 85, “o que não é nada perto de quem vinha de longe, e perto do que os organizadores perderam. É preciso analisar, que nesse caso, prevaleceu a vontade de apenas uma pessoa, que ganhou [o recurso] porque tinha dinheiro”.
Dezembro de 2008, Guapimirim - RJ. Prefeito Nelson do Posto proíbe realização da Organix. Motivos: “Neste tipo de evento ocorre excesso de consumo de drogas, além de alto índice de vandalismo após o término das festas, com quebradeiras e brigas generalizadas”. Nota da organização: “Somos vítimas de preconceito e discriminação partindo de todas as partes”.
Jaguariúna, 25 de agosto de 2008, festa SOMA cancelada. Duas semanas antes, toda a papelada pronta, o prefeito Tancísio Cleto Chiavegato sanciona a lei Nº 1.817 que “proíbe, no âmbito do Município de Jaguariúna, a realização de eventos e festas de atividades dançantes conhecidas como Festas ‘Rave’ e semelhantes”. E mesmo com o AVCB do Corpo de Bombeiros em mãos, atestando a segurança da festa, não teve jeito...
Prefeitura de Cabreúva nega alvará para realização da PsyArena. Alegações: “festas raves” são mal vistas no cenário nacional e recentemente ocorrera uma morte numa rave grande da região. Por prevenção, não liberaram.
Já há algum tempo essas histórias têm ecoado alto, de norte a sul do país. Mas o que esses e muitos outros casos semelhantes querem dizer? A verdade é que quando não se consegue proibir por leis, autoridades têm conseguido ações judiciais que impedem a realização de uma - e quantas mais forem necessárias – festa. A tendência pegou principalmente nos últimos três anos, depois do boom da música eletrônica. Foi com a popularização das raves que os problemas judiciais começaram a aparecer, assim como as ocorrências dentro delas. Quando eram pequenas e escassas, poucos se importavam, mas bastaram sair dos cafundós e adentrar nos domicílios, para serem cutucadas.
A questão é que fatos como mortes, roubos, brigas e reclamações de vizinhos por barulho, por mais esporádicos que sejam, são motivos para um alvará negado. Mas será que as avaliações têm sido feitas com justiça? Onde começa o direito de um, onde termina o do outro? São posições que esbarram em argumentos do tipo: “não existem brigas em raves”, “as festas são da paz”, “não há mais uso de drogas do que em outros eventos”... Essas afirmações se respaldam na percepção de que em carnaval e outras festividades, acontece tudo aquilo e mais um pouco. É sabido que em micaretas e muitos outros eventos, todos consomem bebidas alcoólicas muito além do normal, acarretando em mortes e acidentes, e mesmo assim, elas são toleradas. Também não é possível dizer com precisão em que locais as drogas são mais usadas, pois as estatísticas no Brasil ainda estão sendo mapeadas. Mas então... Por que tanta perseguição aos eventos de música eletrônica? Seria censura? Preconceito? Precaução? Mas... proibir esse tipo de festa, que é uma manifestação cultural, seria uma boa precaução?
Essa questão envolve posicionamentos ideológicos, criminais, judiciais, culturais, sociológicos e até mesmo constitucionais, já que o Artigo 215 do texto constitucional da cultura diz que “O Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais”.
LONGA DISCUSSÃO
Muitos países já tentaram proibir. Londres ficou famosa, na década de 90, quando o parlamento aprovou leis anti-raves, e as squats – raves escondidas - se proliferaram. Na mesma época, Los Angeles proibiu. Hoje, alguns eventos sofrem repressão pela polícia na Itália e na França, e Portugal teve o território do último Boom invadido, com o objetivo de acharem entorpecentes no local, que pudessem cancelar o festival. Nada foi encontrado. Ibiza foi surpreendida ano passado com uma lei que proíbe festas durante um período do dia. Segundo alguns tablóides locais, isso poderia acarretar em festas escondidas - a exemplo de Londres -, pois a lei descaracteriza a proposta de uma rave.
BRASIL
No Brasil o primeiro Estado a conseguir extinguir as festas de música eletrônica foi Santa Catarina. Em 2003, o delegado Cláudio Monteiro, da Divisão de Repressão a Entorpecentes da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic) de Santa Catarina, afirmou que não seria uma lei ou uma portaria que acabaria com o consumo de drogas, uma vez que este já é proibido. Em Curitiba, onde a proibição já foi amplamente discutida, o secretário Antidrogas Fernando Francisquini declarou: "Em Santa Catarina, uma lei proíbe as festas raves. Mesmo assim elas acontecem e sem qualquer fiscalização. Apesar da proibição, o tráfico de drogas é maior do que no Paraná, onde é liberado". Na ocasião, ele se disse a favor da regulamentação das festas, já que a proibição não surtiria efeitos.
Em 2007, o vereador José Elias Murad (PSDB) criou o projeto de lei 1.543, proibindo “no âmbito da cidade de Belo Horizonte a realização de eventos de música eletrônica, chamadas ‘raves’ ou assemelhadas”. Na justificativa, o texto afirmava que “este tipo de evento, que em muitos casos pode alcançar mais de 24 horas, tornou-se um terreno fértil de distribuição e consumo de vários tipos de drogas, principalmente aquelas chamadas ‘sintéticas’, como o ecstasy”. O projeto não conseguiu ser votado até o término do ano, e foi reapresentado para votação em 2009. Em compensação, no mesmo ano, o deputado estadual Sargento Rodrigues (PDT) tentou proibir em âmbito estadual as festas em Minas Gerais, mas não conseguiu aprovação do projeto, que foi modificado para a
regulamentação de eventos de música eletrônica
, bailes funks e similares em todo o estado. O deputado Hely Tanquinho (PV), em parecer, disse que a proibição fere o princípio constitucional da liberdade individual.
Travando uma luta sem fim, o Rio de Janeiro tenta, desde 2003, a proibição por leis. Na capital, o vereador Theo Silva tentou. Ele afirmou, na justificativa, que assim como em bailes funks, nas raves "traficantes contratam os artistas para cantar e vender drogas para os freqüentadores". O projeto de lei foi arquivado pela não reeleição do parlamentar, mas em compensação, a criação de uma lei estadual que proíbe bailes funks e raves com mais de 12h de duração, pelo deputado estadual Álvaro Lins, e sancionada pelo governador Sérgio Cabral, atiçou a fúria de muita gente, que considerou a lei preconceituosa, já que ela não trata de eventos em geral, mas somente de dois estilos musicais. A lei teria dado respaldo à Polícia Militar, para impedir a virada do ano eletrônica em Ipanema. Um laudo policial apontou falta de segurança e a associação de moradores fez abaixo-assinado. Na ocasião, Marcelinho CIC, um dos DJs que tocaria no revéillon, chegou a declarar: "Nossos jovens terão que ouvir samba e axé, por que afinal isso pode. Lamentável". É que as alegações de que os palcos de música eletrônica trariam multidões causando brigas, violência e desordem, foram criticadas por parte da comunidade, que não entendeu a diferença entre um evento com música eletrônica e um evento com pagode, samba, axé. É difícil mesmo de compreender.
Quando não são vizinhos, a Igreja Evangélica faz força: Em Alto Paraíso, Goiás, ela pressionou tanto que a Câmara dos Vereadores quase aprovou uma lei de proibição, vetada pelo prefeito por ser inconstitucional. Ano passado, na Chapada dos Guimarães, em Mato Grosso, um vereador quis proibir totalmente qualquer tipo de evento de música eletrônica. Recebeu críticas, inclusive do vereador Netinho, que pediu vistas ao projeto sob a seguinte alegação: “Isso é muito sério. Há eventos semelhantes como carnaval e ano novo, onde todos bebem e fumam também”. De acordo com o assessor jurídico da casa, André Domingos, o projeto é inconstitucional: “Ele fere o artigo 5º que afirma todos serem iguais perante a lei e também o inciso 8º que garante ninguém ser privado de seus direitos. O correto não é impedir a realização deste tipo de evento, mas sim regulamentar. Deve-se exigir a presença da PM, do Conselho Tutelar, de ambulância e médicos e também a fiscalização de instalações elétricas, arquibancadas e infra-estrutura em geral”.
No Estado de São Paulo, o deputado Estadual Fernando Capez (PSDB), através do Projeto de Lei Estadual 1.388/07, que visa a regulamentação das festas de música eletrônica no estado, levantou discussão fervorosa entre a comunidade. O Psyte promoveu um
debate entre internautas e o parlamentar
, no qual Capez afirmou nunca ter ido a uma rave, mas ter “conhecimento do que ocorre nesses eventos”. O Projeto ainda não foi votado. Em Campinas, o vereador Zé Carlos (PDT) também ainda não conseguiu aprovar seu projeto de lei, mas a cidade dificulta cada vez mais os eventos, e vizinhas da Região Metropolitana, como Pedreira, também estão tomando suas providências, pois afirmam não ter estrutura para receber tais festas. Algumas justificativas são vagas, como a do vereador Flávio Ferraz Avezum: “Temos informações de que nas ‘raves’ ocorrem envolvimento dos participantes com o consumo de drogas, principalmente o ‘ecstasy’ e com a promiscuidade”. Para essa argumentação, a estudante Camila Favanella responde: “Ecstasy ninguém nega! Mas promiscuidade? Esses vereadores deveriam se informar melhor antes de saírem por aí criando leis!”. Quem vai em rave sabe: dizer que são antros de sexo – assim como palco de brigas - é o mesmo que dizer que em carnaval ninguém se beija. Fatos isolados não deveriam ser tomados como gerais.
MAS... CENSURA EM PLENO SÉCULO 21?
Pois é. Quando José Sarney assumiu a presidência em 1985, no lugar de Tancredo Neves, muita gente pensou estar enterrando a ditadura, e com ela a censura. Já fazem quase 25 anos e o brasileiro não espera viver aquelas repressões novamente. Acontece que, para muita gente, a música eletrônica vive hoje um momento crítico, em alguns casos de retaliação (por gente que não conhece, nunca foi, e simplesmente não gosta e quer proibir) e de injustiça. Não se trata de exagero. Basta olharmos os fatos e refletirmos. Há demagogia e argumentos preconceituosos e conservadores envolvidos. “Freqüento festas há 10 anos e sei que muita coisa do que falam é mero preconceito. Mentira. E das grandes. Para mim, a mídia ajuda a espalhar esses boatos”, afirma Rafael Salles, de Curitiba. Mas há também assuntos sérios que necessitam providências, em especial o uso de drogas.
O psicólogo Murilo Battisti, pesquisador da Universidade Federal de São Paulo, estuda drogas sintéticas, principalmente o ecstasy, e é contra a
proibição das raves
, pois, segundo ele, não resolve o problema das drogas: “Já foi feito na Inglaterra e é um exemplo claro de política pública que não dá certo. As raves têm participação no uso de drogas no mundo, pois sua proposta é um convite a uma experiência sensorial – tem a iluminação, a música, a decoração – e é nesse convite que o uso de drogas entra. Existe também uma postura química intensa, onde o jovem acredita se divertir mais com essa química. Mas em que momento ele parou para fazer esse tipo de reflexão? A ferida é mais embaixo. O desafio é grande, mas a solução passa possivelmente pelo respeito à diversidade, ou seja, focar em prevenção”.
Para Guilherme Sala, o DJ Feio, que está há mais de dez anos na cena, as drogas são um problema que está presente em todas as partes: “das favelas às altas esferas da sociedade mundial, então não seria uma desculpa plausível”. Já tem, inclusive, muita gente dizendo que, se para acabar com as drogas, é necessário proibir as raves, então para acabar com a violência dos estádios, seria necessário proibir os jogos de futebol! “Para mim, é um racismo à juventude brasileira e mundial, com relação à música eletrônica, mas nós, enquanto Xxxperience, temos um respeito muito grande pelos órgãos públicos, que sabem que absolutamente tudo o que é exigido, é cumprido”, completa.
Segundo a psicóloga Maria Valéria, na época em que o rock surgia com toda a sua força, havia algo semelhante: diziam que era música de louco, de drogado, que eram jovens baderneiros etc. “O novo assusta, e a força do jovem é geralmente repreendida e questionada”, explica. Murilo Battisti afirma que naquela época havia juízo moral, como ocorre hoje: “O rock surgiu como uma forma de protesto, portanto, essa história que estamos vendo, não é nova. Temos que parar e olhar para os processos históricos”.
DIFÍCIL PROIBIR, E REGULAMENTAR?
A proibição é um fato em alguns lugares, mas em muitos outros, apenas tentativas frustradas. A alternativa para os políticos, então, é alterar o texto para a regulamentação. Solução, inclusive, aceita pela maioria dos organizadores de eventos, que veem como algo bom e necessário para a cena e para toda a comunidade. Mas a questão é: De que forma será feita essa regulamentação, sem que prejudique a essência e a proposta de uma rave? Sem que prejudique o mercado que emprega milhares de pessoas? Para isso, os empresários da cena gostariam de dialogar com os poderes públicos, e juntos encontrarem um consenso.
Rodrigo Piccolotto, que trabalha com gestão administrativa e organização de eventos, entende que regulamentar as raves é um passo importante, “porém o que se vê é um grande desconhecimento do que são essas festas, sua cultura, seu objetivo. Elas precisam ser regulamentadas sim, mas mantendo suas origens: festas em locais amplos e abertos, ao ar livre, prezando pela harmonia entre natureza e ser humano. Além disso são festas de longa duração, pois há várias vertentes na música eletrônica, e uma rotatividade do público”.
Ele e muitos outros organizadores procuram trabalhar em conjunto com a polícia, para inibir a entrada de substâncias psicoativas. Afirmam que o consumo de drogas em seus eventos reduz em até 20% a compra de produtos internamente, como bebidas e alimentos. Fernando de Oliveira, há sete anos trabalhando com eventos, diz que “o papel da polícia é inibir a ação daqueles que prejudicam a cena eletrônica, ou seja, os bandidos e traficantes. E o nosso é colaborar com as autoridades”.
Porém, as reclamações são no sentido de que as leis são autoritárias e não propõem o diálogo. A maioria das regulamentações atuais visam a enquadrar as raves nos parâmetros de festas já existentes, como uma boate em local fechado. Da forma como está sendo feita, sem debates, força por tabela, a extinção delas. “Não há, atualmente, políticos com ‘mente aberta’ para entender a cena, e em conjunto com os organizadores, formular regras que definam segurança, conforto e responsabilidade social”, afirma Rodrigo. O psicólogo Battisti, concorda que regulamentar não significa criar obstáculos para que ela exista: “Na Europa, os organizadores têm se mostrado extremamente colaboradores com as autoridades. Muita gente depende do segmento: garçons, promoters, empresários, faxineiros, DJs, organizadores, decoradores, e por aí vai... Eles vivem disso. Chegou a hora de criar condições para que a festa ocorra com segurança e priorizando a saúde”. Para se ter noção da complexidade que é organizar um evento desses, em uma festa como aquela Kaballah que foi cancelada, mais de 500 pessoas estavam envolvidas, além dos mais de 10 mil freqüentadores. Já uma edição especial da festa XXXperience, gera mais de mil empregos, e qualquer evento precisa cumprir uma baita burocracia e uma série de requisitos para acontecer.
Isso mostra que rave não é amadorismo. É profissionalismo. “É um movimento de repercussão global, de protesto, pois trás mensagens propondo mudanças, já que vivemos num mundo de violência urbana, e a cena eletrônica propõe o pacifismo; é a turma do ‘deixa disso’. Propõe uma atmosfera de inclusão, num mundo extremamente excludente. Ao mesmo tempo, é reflexo do mundo de hoje, com seu estilo de vida tecnológico, regido pela velocidade, com uma série de modismos, inseridos numa sociedade do consumo”, afirma Battisti. “Não podemos proibir rave e achar que ela vai sumir do mapa. É uma visão até ingênua”, completa. Ingênua e autoritária demais para um país que vive numa democracia. A solução mais urgente é a união entre autoridade e empresários da cena, para que sentem, discutam, dialoguem e cheguem às conclusões mais adequadas.
A sociedade pode perder muito com essa história. Mas também pode aprender. O rock continua vivo... E a música eletrônica? Só depende de cada um de nós a sua sobrevivência. Pois, abrir-se para o novo, também é se desenvolver.
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22/9/2009 6:14:10
Faltou ai dizer da THE FLUX STREET PARADE em 2007 q a prefeitura de Diadema entrou com uma liminar faltando 3 dias proibindo a parada eletronica, q contava com 4 trios eletricos e muits djs..... saiu na primeira pagina em um jornal renomado no ABC, diario do grande abc.... O motivo alegado foi falta de segurança, q foi rebatido, depois uso de drogas nas festas, e tmb rebatemos e provamos q não teria isso, depois foi alegado q foi por alguns traumatismo carniano q teve na cidade q nem de perto foi da festa e por varios roubos q ocorreram no dia q tmb nada tinha com a festa, ai apresentamos uma nota da delegacia civil q não cosntava nada referente ao evento.... Por fim, cancelaram pq éra moda cancelar festas eletronicas.
Mais de 50 mil pessoas bateram de cara com um AV vazia....
e um prejuizinho de 50mil para os cofres da THE FLUX.
obs nós tinhamos todas as autorizações em mãos meses antes... q inclusive o proprio prefeito na época assinou autorizando o evento na AV em diadema.
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vagner
17/9/2009 13:39:19
cara amei massa demais e nois legalizeeeeee
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Jorge Henríque Colluço
28/7/2009 9:24:07
A leitura deste artigo nunca será inoportuna para os amantes da cena eletrônica.
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Nicolas
5/7/2009 12:20:07
ótima matéria
ressalta além do que todos os frequentadores das festas sentem, as questtões principais que regem a política nacional.
é fácil identificar no Brasil que as leis só são feitas quando há comoção social, causando uma pressão nas autoridades legisladoras.
como é o caso das sanções empregadas às pessoas que bebem e dirigem, a lei maria da penha, lei anti drogas, entre outras...
observem a formação dessas legislações, e notaram que todas foram feitas com pressao da população e ainda mais da mídia (televisão em sua maioria!!)
enquanto não ouver um critério de seleção para os políticos no Brasil haverá isso.
eu ainda não intendo como é que pessoas que fazem as leis no país não precisam de fazer uma prova com questionamentos sobre a Constituição Brasileira de 1988.
Dessa forma não há outra formação a não ser leis totalmente inconstitucionais, ferindo princípios como a liberdade!!!!
Dessa forma (enquanto não há mudança) me submeto a um pensamento (crítico) de um professor meu:
"lei é igual salsicha, é melhor nem saber como ela é feita".
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luan
3/7/2009 12:06:20
materia super intesante, mostrando o preconseito por parte de pessoas q nem sabe ao certo o q e uma "RAVE" jugam apenas pelos fatos divulgados pela midia, a midia q por sua vez e muinto manipulada pelos governantes retratão apenas o lado ruim. Mas da mesma forma q acontece casos q infelizmente suajão a imagen do mundo trance, acontece da mesma forma em carnavais, estadios de futbol , shous de certanejo e etc. PURA DISCRIMANAÇÃO POR PARTE DE PESSOAS Q NAO SABEM O Q E O MUNDO TRANCE !
ABS !
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Renato Viana
30/6/2009 17:53:25
Sensacional a materia!!! Meus sinceros parabens à jornalista Gabriela Loschi, estou até agora impressionado como um texto longo desses pode me prender tanto a atenção! Fabuloso, muito bem escrito, e bem propicio ao momento em que vivenciamos na cena.
Só acho que não podemos deixar o poder publico falar mais alto. Bem sabemos que a politica esta cheia de interesses e neles não está incluso o do povo.
Infelizmente.
Vamos nos unir em prol desse movimento, vamos fazer um evento, chamar a atenção de todos!
A música não pode parar.
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Marcelo Mago
25/6/2009 10:36:49
Legal a matéria, ela mostra o lado que a grande maioria ainda desconhece, que é a ilegalidade da proibição, tendo em vista que este tipo de lei trata a questão de forma parcial e até preconceituosa, tratando eventos de vertentes específicas de música diferentemente dos demais, não se pode proibir um tipo específico de evento apenas, a lei neste sentido deve ser para todos, se proibir eventos de longa duração então os carnavais, as festas de são joão, enfim um sem-numero de manifestações deverão ser extintas... Acho que isto é matéria até para que o STJ defina um posicionamento que seja seguido e então respeitado em todo território nacional, para que esta bagunça de leis criadas a torto e a direita em esferas municipais e estaduais por politicos despreparados e retrógados acabe de vez!
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Dj Fer Venchiarutti - Tupã/sp
23/6/2009 14:01:20
matéria legal
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Roberto Celso
17/6/2009 16:03:19
Rave é amelhor diversão para quem curti um trance ...Pq só ficar indo para casas noturnas não é a msm coisa.. Acho que essas pessoas que proibem nunca devem ter frequentado uma "Rave"
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marlon flores farroupilha rs
12/6/2009 21:10:16
nos da serra ja fomos prejudicados pela proibição de festas no ninho das aguias,,,,axo q isso tenque ter fim,,deviamos organizar uma super festa em forma de protesto,,,,,
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maike lima
2/6/2009 10:50:25
Pessoas pasando fome , sem lugar pra dormi , conflitos nas favelas , bandidos matando policiais , trafico de drogas nas comunidades acho que tem mais coisas importates para eles se preucuparem do que proibi os nossos eventos ....
sei que nossos eventos tem uso de drogas , mas a gente tem que lembra que tambem tem pessoas que nao vam so pra usa drogas a maioria vam pra curti ...
e drogas na esquina da minha casa e na esquina de milhares de moradores de todo mundo tem gente consumindo e vendendo ....
isso e um absurdo que querem fazer com as reves ..
excelente materia Gabriela .... um abraço
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Jessica
31/5/2009 11:22:47
Excelente matéria, amei!!!!! Queria saber quando isso irá acabar? Preconceito sempre existiu, mas daí proibir as festas Raves é sacanagem?!!
Porque eles não sobem o morro pra acabar com os bailes funks onde o seguranças desses bailes são os traficantes altamente armados?? Porque não acabam com a Micareta, onde as proprias frequentadoras admitem beijar até mesmo 13 homens num dia e enchem a cara de bebida alcoolica??? Porque não proibir as vaquejadas onde vira e mexe um touro foge matando alguem?? Ou então o ultimo show que teria aquela duplinha Victor e Leo que morreram 4 pessoas( se eu não me engano)? Ou seja, so nossas festas eletronicas tem problemas? So quem curti rave usa droga?? Concordo com o comentário do Rodrigo Viana, vamos acabar então com carnaval, onde a gente sabe que as escolas de samba são todas comandadas por Bicheiros e que ironia é uma festa popular do Brasil onde a promiscuidade reina absoluta começando mesmo na Sapucaí!
Vai entender.... é por isso que esse Braisl é assim. Onde termina o nosso direito de curtir o tipo de festas que nós tanto gostamos??!!
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Bruno Martins
31/5/2009 10:15:42
Andei esses dias procurando noticias sobre a kaballah em sites de musica eletrônica. Achei um absurdo o que foi feito com a última edição e mandei um e-mail para a organização desejando-lhes força para continuar. Perguntei também por que não faziam um festival no RS onde moro, e eles me responderam que só não faziam porque a legalização das festas deste porte por aqui andava cada vez mais difícil. Eu fico indignado ao saber que eu e muitos outros amantes da música eletrônica(principalmente do trance) são privados de seu direito de curtir suas festas, simplesmente porque um juiz cujo filho vende e consome drogas sintéticas não teve consiência para educar seu filho e alertá-lo sobre o que causam as drogas. Lamentável!
No último fim de semana(23/05) ocorreu um evento em Santa Cruz do Sul-RS, este muito bem planejado e organizado chamado Flytronic Dream´s. Evento este que alcançou um público de 3000 pessoas, algo inimaginável para uma festa no interior do RS.
Fico feliz de ver que ainda existem políticos que defendem a liberdade de cada um, a liberdade das raves. Fui criado no meio do samba, pagode e axé e, durante 16 anos ví drogas sendo consumidas, brigas causadas pelo uso excessivo do álcool e sexo feito descaradamente. Nunca ví isso ser descriminado ou proibido.
Alguns dias atrás eu chegava da casa da minha namorada e ví em frente a minha casa duas meninas emos de no máximo 13 anos, crianças ainda, completamente alcoolizadas, uma delas ja entrando em coma alcoólico. E por que o "emo" não é proibido? Porque o NXZero da dinheiro pra Globo com seus clipes no Multishow.
A imprensa tem toda a liberdade de mostrar(e deve mostrar) o que acontece de ruim nas festas, mas não só nas raves, e acho que deveria ser mostrado também, as pessoas que estão se divertindo, dançando, e curtindo a essência das raves que é a experiência tribal.
Excelente matéria, parabéns Gabriela e Psyte. Espero que eu algum dia veja uma matéria assim no Fantástico ou Jornal Nacional.
Infelizmente, como disse o psysailor, só deixarão as raves em paz quando surgir algo que os jovens curtam mais, que seja uma nova moda.
E vamooooooooooooooo! xDD
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Dayane
27/5/2009 21:49:58
Cara "excelentíssima" matéria, mto bem pesquisada, os adeptos a festas rave como eu, temos q mostrar maturidade pra levar em diante o protesto contra esse preconceito, vandalismo e revolta não vão dar em nada!!! temos q nos unir, mostrar q drogas são consumidas em todo lugar, brigas ocorrem em todo lugar, e o lugar q menos vi em toda minha vida ocorrência de brigas foi em rave, todo mundo q ta ali, qr se sentir bem, em paz, eu sou totalmente a favor da rave » exceto das umbrellas« por acaso algum desses prefeitos q proibem a ocorrencia das festas, já foi em alguma delas??? o nome disso é preconceito!!! Parabéns Gabi e o Psyte
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Rodrigo Viana
27/5/2009 16:01:16
A matária é perfeita, só gostaria de acresentar um absurdo que ocorre nos carnaval do Rio de Janeiro e especilmente neste ano de 2009. Todos sabem que o carnaval do Rio é financiado por contraventores do crime (bicheiros), verdadeiras organizações criminosas que disputam a tiros seus negócios clandestinos. Pois bem. Neste último carnaval do Rio , que uma ilegalidade total mais do legalizada, vimos o desfile de todos os criminosos de mãos dadas com o nossa dignissimo Presidente da República Sr. Lula, que fez questão de comparecer a marquês de Sapucaí e ser padrinho de casamento do puchador de samba Neguinho da Beija-Flor, que logicamente tem seus ganhos mensais (salário) provenientes do crime organizado que sustenta o carnaval. Vimos oficiais do alto escalão da polícia fazendo bico e recebendo dinheiro das escolas para realizarem o trabalho de segurança privada nos dias de desfiles e para atestar a legalidade de tudo tinhamos o nosso prefeito Eduardo Paes agarrando uma mulata na frente de sua própria esposa, tinhamos o governado Sérgio Cabral sambando e o presidente da répública batisando um contraventos. Isso daria até um filme de comédia......
O que esperar de uma situação desta?
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marcelo
27/5/2009 11:24:13
Otima!!! reportagem tinhamos que se unir fazer um evento maior que a parada gay. que e reconhecida tbm como evento cultural, não vejo tbm o por que dassa rave ser proibidas pra ver a realidade das raves são todas de paz de armonia de amizades e diversão ,e não uma má festa que se diz porai,
abraço galera
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Amanda C.
26/5/2009 15:55:40
Falar mal das raves todo mundo fala, que rave é pretexto pra uso de droga, que so tem briga e que é promiscuo. Mas do carnaval, que é 10x pior que as raves, ninguem fala! So não falam do carnaval porque passam as mulheres ´nuas´ na tv e disso todo mundo gosta! Tem coisas piores para serem censuradas, mais todas as atenções estão voltadas pra rave. Usa droga quem quer, não é por causa da rave, drogas são usadas em todos os lugares !
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Emerson .
22/5/2009 1:46:33
Eles estão falando das apenas das raves ( mais nas tais festas raves é para maiores de 18 anos todos jah tem uma cabeça já sabe oque eh certo é oque eh errado i nas micaretas que entra de menor eh tem muitaa droga i nos reggas nos rock que tem muito alccol sociedade hipocrita (Y) Eu digo não as proibiçoes das raves.! (Y)!
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santista
21/5/2009 16:23:19
show de bola essa consiencia materia mto boa vamos levar a bandeira sempre para que não acabe as festa
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leandro sp
20/5/2009 10:36:52
Como citados em algumas partes da reportagem, será que no Carnaval da Bahia não é feito o consumo de Drogas? No Carnaval do Rio de Janeiro e São Paulo, além do que os Gringos vem ai achando que todas as mulheres no Brasil são prostituas por causa do carnaval, será que ninguém nunca ouviu um comentário desse por ai.... Acho que o buraco é mais embaixo...
Uma coisa é fato, o Alcool e o Cigarro matam mais do que qualquer outro tipo de Droga, só que são rentaveis em Impostos e ainda PODEM FAZER COMERCIAL NA TELEVISÃO... SRS VEREADORES, DEPUTADOS E DEMAIS....
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Richard
14/5/2009 12:37:49
Excelente matéria. Um ponto a ser observado deveria ser a obrigatoriedade de tendas para descanso, lixos próximos e aguá e comida a preço mais acessiveis para evitar diversos problemas como desidratação e desmaios.
Regulamentação SIM proibição NÃO!
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marlon flores
13/5/2009 19:35:20
nossa muito bem colocada a questão da censura,,,adorei o texto,parabens
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Nilton
13/5/2009 12:45:50
É de arrepiar essa matéria. Tanto pelas verdades revoltantes, quanto pelo otimismo que surge ao ver que algumas pessoas não elevam o poder à cabeça e conseguem ver que também temos o nosso direito. Mas apesar disso, continua o receio em relação ao futuro da cena. Que será?
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Lucas Negão - CXS - Serra - RS
12/5/2009 10:59:30
como já foi comentado ;;;
excelente matéria do início ao fim, parabéns, divulgando a todos da cena.
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Cleber Santos
10/5/2009 19:39:15
É sempre bom lembrar que:precisamos estar sempre testando novas opiniões e atraindo novas impressões.
"Brasil referencia mundial da música eletrônica,cultura nacional"
Parabéns pela matéria!
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wesley duarte de souza
10/5/2009 10:28:21
euy tbm axei p texto mto bom
e isso ai tem ke ter rave sim..
na rave ñ brigas,ñ a diferenças de raças,ñ a rico ou pobre
e tudo numa vabe só.. em busca de um mundo melhor...
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psysailor
8/5/2009 23:15:57
p/ as autoridades deixarem d pegar no pé das raves, infelizmente terá q aparecer uma nova música, um novo modismo!
Infelizmente..
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Guilherme Bantel
29/4/2009 17:25:49
Excelente matéria! Do início ao fim, expressou com clareza tudo o que vivemos.
Meus parabéns, Gabriela e Psyte!
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Cuca Pimentel
29/4/2009 16:55:59
Parabéns pela matéria!
Excelente!
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Juliana Andrade
26/4/2009 15:46:10
Linda a matéria da Gabriela... Parabéns!
Fico feliz quando vejo pessoas com esse discernimento, e meios de comunicação que abraçam a causa!
Agora espero que outras pessoambém criem essa consciência, e ao invez de ficar indo em fetsa pra fritar, comece a lutar pela causa!
Vamos nos unier galera, nossa geração está fazendo história e nem sabe... agora eu pergunto: queremos ficar conhecidos como a turma do deixa disso, que não esta nem ai pra nada, mas que apesar disso prega o pacifismo e a união?? Ou, além disso, queremos ficar conhecidos como a turma do deixa disso pra violencia no mundo, que prega o pacifismo e a união, e que também é guerreira, luta por causas dignas, e aí entra também a preservação do meio ambiente, enfim.... nós podemos! Basta querermos!
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Cristiano Nery
26/4/2009 12:47:41
Otima materia, nao deixou a desejar e parte alguma...
Parabens.
Muito preconceito sobre as festas Raves.
O termo certo mesmo e medo do novo... porque isso so acontece, porque e uma festa "nova" aqui no Brasil. por isso querem descontar tudo nela... Pois o Axe ta ai pq nao sofre preconceito?.. pq vem da Bahia e muita alegria e festa... preconceito... e muito foda... voce ta comentando de uma festa que voce foi.. e virar um pra voce e falar coisa do tipo... "nossa la rola muita droga ne?" "no tem gente fazendo sexo no meio de todo mundo la ne?" ou entao semrpre aquela perguntinha "Voce ja usou droga la?". Essa sao as que nao fez o minimo de esforço pra conhecer a festa. Quando alguem vier falar algo comigo eu vou mostrar essa materia pra ela.. veio muito a calhar isso.. Valeu galera... Diga nao a Proibiçao
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Jorge Henríque Colluço
25/4/2009 10:09:30
Sobre a proibição: é um preconceito que não tem tamanho. Uma ignomínia.
A questão da regulamentação também tem um pouco de parcialidade: muitos projetos de lei que andei vendo por aí a fora fazem com que os eventos se tornem inviáveis.
Moro na região norte do Estado do Paraná: em Londrina/PR, sancionaram uma lei análoga ao projeto de Capez: uma série de exigências descabidas e, muitas vezes, injustificadas, e que, certamente, inviabilizam qualquer tipo de iniciativa. Na minha cidade, Rolândia, onde não há muita proliferação destes eventos, um vereador quis elaborar um projeto de Lei para se proibirem as Raves (curioso é que nossa cidade sediou apenas uma Rave [2006] e que era o ano eleitoral [2008]). Que isto não soe como autopromoção: elaborei um artigo na edição seguinte daquela que veiculou esta notícia funesta sobre a proibição. Fiz com que a discussão se desse em uma hora mais oportuna.
Que o Psyte continue com estas matérias instrutivas e que sempre tenhamos pessoas instruídas argumentando com lógica e bom senso, como a autora desta matéria. Um grande abraço!
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Paulinha
24/4/2009 14:03:00
Como é bom ler um texto consciente e bem escrito... acredito que cada um fazendo sua parte as coisas vão melhorar, é só fazer do jeito que acredita ser o certo.
Parabéns!
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Marco Otavio
24/4/2009 11:00:10
Maravilhosa matéria!
Parabéns Gabriela e ao Psyte!²
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Otacílio Mesquita
24/4/2009 10:28:51
Excelente materia. Muito coerente, abre caminho para uma discussão justa e democratica, para um assunto que envolve muito mais gente do que os politicos imaginam. Se continuarmos a defender nossas ideias com clareza e inteligencia como na materia, temos uma grande chance de moralizar esta historia.
Parabéns !!!!
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Michely Looz
23/4/2009 18:02:23
[Parabéns pelo texto, fabuloso... incrível como conseguiu me fazer lê-lo até o fim] ;)
Com relação a tudo o que anda acontecendo, principalmente a proibição em alguns pontos do país, só resta lamentar o inevitável....
Não acho que a cultura eletrônica seja uma forma de protesto semelhante ao rock. Muito pelo contrário, é o tipo de festa que, apenas quem curte realmente a e-music fica sabendo. Não é falta de divulgação, e sim "seletividade". Até porque o preconceito tomou conta também da mídia televisiva, e pouco se vê na televisão sobre nossas festas.
Só que diante de tanta contrariedade, só vemos um fim: as nossas festas se tornarão SIM uma forma de protesto. Protesto pela liberdade de ir e vir; pela cultura de pessoas que se sentem bem ouvindo este tipo de música, e blábláblá... :) (Sem esquecer as "500" pessoas que perdem de ganhar algum trocado.)
ps: Se fôssemos avaliar todo tipo de festas que causam algum perigo a pessoas não envolvidas, com certeza não estaríamos nesta lista. Pois a maioria dos acidentes de trânsito são causados pelo excesso de bebida alcoólica, sendo que a maioria dos que frequentam festas eletrônicas vão com ônibus ou vans. Teríamos então que banir datas festivas como o carnaval? Ou quem sabe proibir a continuação da "Octoberfest"? Se a justiça tende a lutar pelo direito a igualdade, por quê qerem praticar o preconceito???
Bom, minha opinião sobre o assunto está postada.
Abraços
E lutemosssss, amantes da Cena Eletrônica! hehehe
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Caroline Melo
23/4/2009 1:12:05
Finalmente uma pessoa na mídia que conhece a essência desse tipo de festa...
Parabéns!!!
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everton
22/4/2009 22:56:03
muito show esta materia . . . parabens p/Gabriela Loschi e tbm para o psyte . . .
as pessoas do poder nao sabem mais o q fazem . . .
pos todos os desacerto do mundo inteiro começam com eles . . .
eles sim q tinham q ser proibido de existirem , so criam poblemas . . .
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luiz sala
22/4/2009 17:54:29
Finalmente alguma coisa realmente boa nos sites de musica eletronica .
PARABENS
feio
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Mauro Magayevski
22/4/2009 15:39:00
Excelente reportagem. Outro exemplo que não foi citado é o da XXXperience de 2008, em Porto Alegre - RS, que também teve seu alvará negado pela prefeitura. Atualmente no RS não se ve mais festivais de grande porte.
Este texto precisa ser divulgado, pois trata de um assunto do interesse de muita gente.
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Thalita Feitosa
22/4/2009 13:57:46
Valeu a pena ler até o final. Parabéns!
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DJ Ahlan Droid
22/4/2009 11:42:05
Tudo que é desconhecido causa apreensão... o que ocorre é que a geração que está no poder não entende nossas festas, e recrimina as mesmas devido a isso... mas não podemos deixar de lutar por nossa liberdade de expressão, que está garantida em constituição. NÃO À PROIBIÇÃO DAS RAVES !!!
Parabéns ao Psyte por fazer parte deste movimento e defender nossas causas
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Renata Almeida Trevisan
22/4/2009 11:05:08
Concordo com absolutamente tudo o que está escrito nesse texto! É um absurdo o que estao fazendo com as nossas festas, precisamos nos unir urgnte, e mostrar a nossa força!
Parabéns pela reportagem! Parabéns mesmo!
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Jorge Henríque Colluço
20/4/2009 8:15:23
Lendo... excelente notícia!!! Parabéns Gabriela e ao Psyte!
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